sábado, 19 de julho de 2008

Ainda sou vulnerável, mas a menos gente

Com base no artigo "Carta de despedida"(*)


"A idade me ensinou a ser mais cuidadoso em relação a quem deixo entrar em minha vida e mais seguro sobre quem deixo sair. Meu coração, e não minha
cabeça, tem guiado mais e mais essas decisões. Mais maduro e intuitivo, desisti de algumas amizades a que, mais jovem e racional, eu teria dado uma última chance. Sinto essas perdas profundas sem me arrepender delas.


Ainda sou vulnerável, mas a menos gente. E eu valorizo essas pessoas – minha família e meus amigos – sobre todas as coisas. Sem elas, quem faria companhia a meus passos e a meus pensamentos? Quem iria não só compartilhar minha vida, mas ser testemunha dela e dizer quem fui e em que contribui?"


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(*) Jornalista Michael Kepp, 55, Folha de S.Paulo, Equilíbrio, 19 de janeiro de 2006

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