sexta-feira, 21 de outubro de 2016

‘Crianças índigo’ chegam ao planeta Terra. Elas prenunciam a ‘Nova Era’


Tom Simões, jornalista, tomsimoes@hotmail.com, Santos (São Paulo, Brasil), 
outubro 2016


CERTAMENTE muitos de nós já estamos convivendo com crianças extraordinárias, que nos surpreendem com a sua precoce maturidade. Há até uma frase que eu costumo pronunciar: “Mas isso não é próprio da idade dela. Essa criança é muito inteligente”.
A literatura aborda ‘crianças índigo’ como certos indivíduos que, supostamente ao nascer, trazem características que os diferenciam das crianças comuns, tais como a inteligência precoce, intuição, maior sensibilidade, espontaneidade, resistência à moralidade estrita e restritiva, uma notável imaginação, grande curiosidade, criatividade etc. Acredita-se que essas crianças possam de alguma forma mudar o mundo, trazendo-o até um estado mais espiritual e menos estritamente moralizado ou excessivamente material.
Os defensores dessa crença afirmam que essas crianças extraordinárias constituem uma nova geração com habilidades especiais destinadas à implantação de uma ‘Nova Era’ na Humanidade. Eu sou favorável à concepção de os ‘índigos’ representarem a reencarnação de espíritos altamente evoluídos cuja missão é acelerar a evolução do planeta Terra.
Imagina-se que esses seres fantásticos estejam chegando à Terra em quantidades cada vez maiores, encarnando em todos os países, em todas as raças, em todos os níveis sociais, nas aldeias mais distantes e nas cidades mais populosas do mundo, muito possivelmente dentro da sua própria família. Elas já estão encarnando há bastante tempo, mas vinham poucas delas.
Segundo o texto traduzido e adaptado por Dailton Menezes, junho 2001, que gentilmente cedeu o direito de publicação ao site: http://www.flordavida.com.br/HTML/indigo.html:

“ [...] A PARTIR da década de 80, as ‘crianças índigo’ começaram a chegar, mais e mais. São crianças espetaculares. Elas estão chegando para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independente das fronteiras e de classes sociais. São como catalisadores para desencadear as reações necessárias para as transformações. Elas possuem uma estrutura cerebral diferente no tocante ao uso de potencialidades dos hemisférios esquerdo (menos) e direito (mais). Isso quer dizer que vão além do plano intelectual, sendo que no plano comportamental está o foco do seu brilho. Elas exigem do ambiente em volta delas certas características que não são comuns ou autênticas nas sociedades atuais. Os ‘índigos’ nos ajudarão a destituir dois paradígmas da humanidade:

1. Elas nos auxiliarão a diminuir o distanciamento entre o ‘pensar’ e o ‘agir’. Hoje na nossa sociedade todos sabem o que é certo ou errado. No entanto, nós frequentemente agimos diferentemente do que pensamos. Dessa maneira, estas crianças vão nos induzir a diminuir esse distanciamento, gerando assim uma sociedade mais autêntica, transparente, verdadeira, com maior confiança nos inter-relacionamentos.

2. Elas também nos ajudarão a mudar o foco do ‘eu’ para o ‘próximo’, inicialmente a partir do restabelecimento da autenticidade e confiança da humanidade, que são pré-requisitos para que possamos respeitar e considerar mais o ‘próximo’ do que a nós mesmos. Como consequência, teremos a diminuição do egoísmo, da inveja, das exclusões, resultando em maior solidariedade e partilha. Você pode estar se perguntando: Como essas crianças vão fazer tal transformação? Através do questionamento e transformação de todas as entidades rígidas que as circundam. Começando pela Família, que hoje se baseia na imposição de regras, sem tempo de dedicação, sem autenticidade, sem explicações, sem informação, sem escolha e sem negociação. Essas crianças simplesmente não respondem a essas estruturas rígidas porque para elas é imprescindível haver opções, relações verdadeiras e muita negociação. Elas não aceitam serem enganadas por terem uma ‘intuição’ para perceber as verdadeiras intenções e não terem medo. Portanto, intimidá-las não traz resultado, porque elas sempre encontrarão uma maneira de obter a verdade. Os ‘índigos’ percebem as verdadeiras intenções e as fraquezas dos adultos.

A segunda entidade vulnerável à ação dos ‘índigos’ é a Escola. Hoje, o modelo de ensino é sempre imposto sem muita interação, sem escutar os estudantes. Simplesmente esse modelo é incompatível com os ‘índigos’, sendo portanto o pior conflito, muitas vezes superior ao existente com a Família, principalmente pela falta de vínculos afetivos ou do amor. Como essas crianças extraordinárias possuem uma estrutura mental diferente, elas resolvem problemas conhecidos de uma maneira diferente, além de encontrar formas diferentes de raciocínio que abalam o modelo atual de ensino. 
Assim, através do questionamento, elas influenciarão todas as demais entidades, tais como: Mercado de Trabalho, Cidadania, Relações Interpessoais, Relações Amorosas e Instituições Espirituais. [...]”

Infelizmente, de acordo com Dailton Menezes, a missão dos ‘índigos’ é muito difícil, pois sofrerá rejeição de algumas entidades da nossa sociedade. Antes dos anos 80, os ‘índigos’ morriam muito cedo porque a frequência de energia do planeta não era favorável a eles. Depois da nova frequência e com um montante maior de crianças, eles começaram a causar transformações maravilhosas no nosso planeta e, em breve, após uma geração, nós perceberemos claramente as modificações.
O assunto sobre crianças índigo é fascinante e relativamente novo no campo da pesquisa, escreve Menezes.

‘Crianças cristal’

A literatura aborda também as ‘crianças cristal’ que estão chegando, os chamados pacificadores, pois trazem atributos de paz e equilíbrio para poder continuar o trabalho começado pelas ‘crianças índigo’. Ambas representam um desafio para a sociedade, especialmente para os pais. A forma de tratá-las vai ter de mudar, os pais e os educadores deverão adotar novas formas de ser para lidar adequadamente com as crianças da nova vibração.

Conforme registro no site: http://www.anjodeluz.net/indigo_cristal/criancacristal.htm, as ‘crianças cristal’ são provavelmente, em grande medida, as crianças (filhos) dos índigos. “Podem até ser índigo. Elas sempre existiram no planeta, porém em uma minoria, que atuava como exploradores, sendo que a humanidade não as tratava muito bem. Como exemplo, aquele que ficou conhecido como Jesus, o Cristo. Com frequência, esses exploradores eram assassinados, mas serviam ao propósito de deixar sementes. Frequentemente, diz-se que ‘cristal’ e ‘Cristo’ são palavras muito similares, tendo por isso uma definição parecida.

Ainda segundo a referência acima, a solidão é muito apreciada pelos seres ‘cristal’. Daí eles se afastarem sem dar explicações, por necessitarem de momentos de silêncio e solidão para se equilibrar e se centrar interiormente.


  
·          Revisão do texto: Márcia Navarro Cipólli


Informações complementares:

3 comentários:

  1. Excelente texto, Tom. Também concordo que os índigos representam a reencarnação de espíritos altamente evoluídos cuja missão é acelerar a evolução do planeta Terra.
    Belo texto. Parabéns!

    ResponderExcluir
  2. Muito bom...me fez refletir sobre a relação com minha sobrinha adolescente. Com certeza algo vai mudar e para melhor! Gratidão!

    ResponderExcluir
  3. Muito bom...me fez refletir sobre a relação com minha sobrinha adolescente. Com certeza algo vai mudar e para melhor! Gratidão!

    ResponderExcluir

Para comentar mais facilmente, ao clicar em “Comentar como – Selecionar Perfil”, selecione NOME/URL. Após fazer a seleção, digite seu NOME e, em URL (preenchimento opcional), coloque o endereço do seu site.